Com a chega do frio algumas doenças são mais comuns. As doenças respiratórias são as que mais aparecem porque o sistema respiratório é o mais afetado pelo frio. Ao respirarmos em tempomais frio, exige-se mais do organismo e os componentes do aprelho se tornam mais susceptíveis às doenças.
Veja quais são elas
DOENÇAS
O que é
Sintomas
Agentes causadores
Prevenção
Complicações
Tratamentos
ALERGIA
O que é
A alergia é uma "resposta imunológica exagerada", ocorre quando organismo reage com exagero a substâncias estranhas. Em geral, pode ser de natureza genética. Outras vezes reação a substâncias estranhaspresentes nos medicamentos.
Sintomas
As alergias típicas do inverno são as respiratórias, e seus sintomas são a tosse, a coriza e a coceira nos olhos, na garganta e, muitas vezes, na pele.
Agentes causadores
Os causadores das alergias variam muito: podem ser alimentos, tecidos, pêlos ou penas de animais, poeira, mofo, pólen etc. No inverno, os mais comuns são o mofo e a poeira.
Prevenção
A primeira providência é descobrir a fonte da alergia, que deve ser diagnosticada por um médico especialista em alergias. Depois, é preciso encontrar meios de ficar longe do agente causador da alergia.
Desconforto, anafilaxia, aumento da incidência de otite média em crianças.
Devem ser sempre prescritos por médicos, e podem incluir medicamentos antialérgicos, cortisona e, em alguns casos, "vacinas" que dessensibilizam o organismo. Não se automedique.
AMIDALITE
O que é
Inflamação das amídalas, responsáveis por filtrar pela boca possíveis infecções para o resto do corpo.
Sintomas
Causa dor de garganta, febre, mau hálito e gânglio no pescoço.
Agentes causadores
Pode ser causada por vírus ou por bactérias.
Prevenção
Água gelada, andar descalço, tomar chuva, não trazem a doença, mas são fatores que podem produzir variações de temperatura, estabelecendo um melhor terreno para a instalação da bactéria.
Se for bacteriana não tratada traz algumas complicações secundárias, como febre reumática ou "reumatismo no sangue" que lesa o coração gravemente e até outros órgãos. Também surdez, problemas nos rins e no coração.
Anti inflamtórios, anti térmicos e analgésicos. Antibióticos se infeccão bacteriana. Se vírus, não se trata com antibióticos. Em crianças, fazer gargarejo de uma solução com uma pitada de sal em 1/2 copo de água morna. Bebidas mornas, como chás (+mel) e sopas, alimentos macios, ajudam na alimentação, apesar da dificuldade para engolir.
ASMA
O que é
A asma (também conhecida como "bronquite asmática" ou "bronquite alérgica") é uma doença que congestiona os brônquios, impedindo que o ar chegue até os pulmões. Pode ser causada por diversos fatores, e ocorre em cerca de 10% da população brasileira, sendo mais freqüente nas crianças.
Sintomas
Os principais sintomas da asma são a falta de ar e o "chiado" na respiração. A asma pode causar enfisema pulmonar e morte por insuficiência respiratória.
Agentes causadores
A asma pode ser causada por uma reação alérgica ou por infecção das vias respiratórias.
Prevenção
Ficar longe dos agentes alérgicos e, em casos mais graves, tomar a medicação preventiva, prescrita pelo médico.
Pode levar em certos casos, à asfixia e, portanto à morte. No Brasil, a asma mata cerca de 2 mil pessoas por ano, logo, trata-se de uma doença que deve ser levada a sério. Se não tratada, pode causar enfisema pulmonar.
Os tratamentos de emergência só podem ser dados por médicos, e incluem a famosa "bombinha", a nebulização e medicação.
BRONQUITE
O que é
É uma reação inflamatória dos brônquios que impede o ar de chegar aos pulmões.
Sintomas
Catarro, tosse seca e com chiado. Com o agravamento, há tosse com escarros, dor atrás do osso do peito, fadiga, mal-estar geral e febre.
Agentes causadores
Os causadores da bronquite podem ser alergias, irritações causadas pela fumaça ou pelo fumo, infecções respiratórias ou agentes ambientais, como a neblina.
Não se deve fumar ou permanecer em ambientes poluídos.
A doença pode progredir para uma pneumonia.
O tratamento depende da causa da bronquite, e só pode ser prescrito por médicos. Em geral, é feito com expectorantes (para eliminar o catarro), inalação e, no caso de haver uma infecção, com antibióticos.
FARINGITE
O que é
A faringite é uma inflamação da faringe (área da garganta que está situada entre as amígdalas e a laringe). A doença pode tanto ser o primeiro sintoma de um simples resfriado quanto de um problema mais grave, como uma virose chamada mononucleose, muito comum em crianças.
Sintomas
Os sintomas da faringite são a sensação de "garganta arranhada", febre, pus na garganta, dor de ouvido e dificuldade para engolir.
Agentes causadores
A faringite que acontece subitamente, também chamada de "faringite aguda", pode ser causada por bactérias ou por vírus. Já a faringite que dura um longo tempo, chamada de "faringite crônica", ocorre quando uma infecção se "espalha" de outro lugar (como o nariz) para a faringe.
Não fumar, não permanecer em ambientes poluídos, não dividir copos e talheres.
A doença pode evoluir para infecções mais graves, como a meningite.
Deve ser prescrito por um médico, e inclui analgésicos, pastilhas, anti-térmicos e, eventualmente, antibióticos.
GRIPE
O que é
A gripe é uma doença muito contagiosa que ataca as vias respiratórias (nariz, garganta e pulmões) e é causada por um vírus chamado Influenza. Não existe remédio para curá-la, mas sim para aliviar seus sintomas. Se não houver complicações, tende a passar sozinha.
Sintomas
Febre alta, dores musculares e articulares, dores de cabeça e inflamação dos olhos.
Agentes causadores
Vírus Influenza, que é transmitido pelo ar através de gotículas de saliva.
A melhor prevenção contra a gripe é tomar a vacina todos os anos, pois o vírus é mutante, aparecendo de forma diferente a cada ano. Mas também é possível preveni-la melhorando as defesas do corpo através do calor e da boa alimentação. Por ser uma doença muito contagiosa, deve-se evitar a permanência em ambientes fechados. Saiba mais sobre a vacina.
Habitualmente sem maiores conseqüências, a gripe pode ser grave, principalmente para as pessoas idosas ou debilitadas por doenças crônicas. Pode evoluir para pneumonia e para a meningite, além de graves infecções respiratórias, o que pode levar o paciente
Deve ser prescrito por um médico, e inclui repouso, boa alimentação e remédios para aliviar os sintomas, como analgésicos, anti-térmicos, descongestionantes (com cuidado, não dar para crianças os de adultos).
LARINGITE
O que é
É a inflamação da laringe (região da garganta onde estão as cordas vocais). Trata-se de uma doença que pode aparecer sozinha, ou também ser um sintoma de bronquite, pneumonia e de outras infecções respiratórias.
Sintomas
A laringite não causa muita dor, mas provoca rouquidão e tosse seca. Em geral, a voz do doente vai enfraquecendo ao longo do dia.
Agentes causadores
Os causadores da laringite podem ser vírus, bactérias e agressões ambientais como bebidas muito geladas.
Não fumar, não tomar bebidas geladas, não compartilhar talheres e copos, repusar a voz, dormir bem, não gritar.
Progredir para infecções maiores (como a meningite) ou provocar graves problemas na voz.
Devem ser prescritos pelo médico. Podem incluir desde o repouso até o uso de antibióticos.
MENINGITE
O que é
A temida meningite é uma inflamação das "leptomeninges", isto é, das membranas que recobrem o cérebro e a medula espinhal. A doença pode ter diversas causas, mas é sempre uma infecção gravíssima, que exige acompanhamento médico permanente.
Sintomas
Febre alta, pescoço enrijecido, náuseas e dores de cabeça.
Agentes causadores
A meningite pode ser causada por vírus ou bactérias, muitas vezes em decorrência de gripes não tratadas. Ela também pode ser provocada por fungos ou parasitas. Dependendo da origem, pode causar surtos e epidemias
Tratar com atenção gripes e infecções de garganta e respiratórias. Em caso de surto, seguir as recomendações das autoridades de saúde.
Seqüelas cerebrais e morte.
Hospitalização e antibióticos.
OTITE
O que é
A otite é a famosa dor de ouvido, muito comum em crianças. Em geral acontece por causa da migração de vírus e bactérias que infectam a garganta
Sintomas
Dor de ouvido, vermelhidão, febre causada por uma infecção viral ou bacteriana.
Agentes causadores
As bactérias se multiplicam devido a secreções no local.
Proteger ouvido tanto do frio, ventos e de excesso de umidade.
Pode evoluir para infecções
Antibióticos somente se for infecção bacteriana.
PNEUMONIA
O que é
A pneumonia é uma infecção aguda que pode atingir os pulmões inteiros ou em partes. Certas variedades de pneumonia pioram rapidamente e requerem hospitalização do paciente para realizar um tratamento com antibióticos, oxigênio e líquidos endovenosos.
Sintomas
Os sintomas da pneumonia são a tosse com escarro, a dor no tórax, a febre alta, os calafrios, o suor e a palidez. Quanto maior for a área dos pulmões afetada, mais fortes serão os sintomas.
Agentes causadores
Em geral, a pneumonia é conseqüência de alguma infecção das vias respiratórias (bronquite, resfriado, gripe etc.) causada por vírus e/ou bactérias.
Não fumar, tratar com atenção as doenças respiratórias, evitar ambientes fechados e repousar muito em caso de gripe ou bronquite forte.
Abscessos de pus, cistos contendo ar nos pulmões e derrame pleural (acúmulo de pus no espaço que envolve os pulmões), podendo levar o paciente à morte
Deve ser prescrito pelo médico, e pode incluir desde antibióticos até a hospitalização.
RESFRIADO
O que é
O resfriado é uma infecção leve das vias aéreas superiores (nariz e garganta). Não existe remédio para curá-lo, mas apenas para amenizar os sintomas. Se não houver complicação, tende a passar sozinho.
Sintomas
Coriza, espirros e febre baixa.
Agentes causadores
Pode ser causado por alergias, vírus ou bactérias.
Evitar o frio e as bebidas geladas, não permanecer em ambientes fechados, não compartilhar talheres.
Pode evoluir para rinites, gripes e infecções respiratórias mais graves..
Repouso, líquido e boa alimentação. Se necessário, podem ser administrados analgésicos, anti-térmicos e vitaminas, mas só depois de consulta médica.
RINITE
O que é
A rinite é uma inflamação não contagiosa das mucosas do nariz, que aparece de forma recorrente e atinge cerca de 30% da população. Ela quase sempre é causada por alergias ou por reações à fumaça e outros agentes ambientais.
Sintomas
Nariz escorrendo, coceira nos olhos, no nariz e na boca, espirros e, às vezes, um pouco de febre.
Agentes causadores
Pode ser provocada por reação alérgica à poeira, a produtos químicos, aos cigarros etc., e também pode ser causada por reações a remédios, malformações da parte interna do nariz etc.
Evitar permanecer por muito tempo em locais fechados, não fumar, não ficar perto de lugares recém-pintados, ficar longe do mofo e, em caso de repetição freqüente, procurar algum tratamento preventivo prescrito pelo médico otorrinolaringologista.
A obstrução nasal da rinite pode causar outras conseqüências, como problemas de sono e roncos, desalinhamento dos dentes, infecções de ouvidos e sinusites.
O tratamento da rinite deve ser prescrito por um médico, e pode incluir antialérgicos, descongestionantes, analgésicos e anti-térmicos.
SINUSITE
O que é
A sinusite é uma inflamação não-contagiosa da parte interna dos seios da face, e que, em geral, se repete de forma recorrente.
Sintomas
Nariz congestionado, dor de cabeça, febre, tontura e mal estar.
Agentes causadores
A sinusite pode ser provocada por reações alérgicas, por viroses ou por infecções bacterianas.
Em primeiro lugar, evitar o contato com os causadores de alergias. Mas também é preciso tratar de sintomas como a coriza quando estes ainda estão começando, para evitar a crise.
Agravamento do problema (sinusite crônica) e infecções respiratórias mais graves.
O tratamento da sinusite depende da causa e da gravidade do problema. Deve ser recomendado pelo médico, e pode incluir descongestionantes, analgésicos, anti-térmicos, antibióticos e até cirurgias, dependendo da gravidade do caso.
domingo, 16 de maio de 2010
terça-feira, 11 de maio de 2010
ANVISA AUTORIZA CAFEÍNA E CREATINA PARA ATLETAS

Anvisa regulamenta uso de alimentos para atletas
27 de abril de 2010
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta segunda-feira (26), novas regras para alimentos destinados a atletas. Entre as principais novidades, está a liberação do uso da creatina e da cafeína nesses alimentos. Para alguns atletas, o uso correto dessas duas substâncias auxilia no desempenho durante exercícios repetitivos de alta intensidade e curta duração e na resistência aeróbica em exercícios físicos de longa duração, respectivamente.
Apesar de a liberação da creatina e da cafeína ser uma reivindicação antiga dos produtores de alimentos para atletas, só agora foram apresentadas evidências científicas que comprovaram a segurança de uso desses produtos como alimentos. Por isso, antes da publicação desta nova regulamentação, essas duas substâncias não podiam ser comercializadas na forma de suplementos destinados a atletas no Brasil.

Entretanto, a diretora da Agência, Maria Cecília Brito, ressalta a importância desses alimentos só serem consumidos por atletas. “A evolução do conhecimento científico sobre nutrição indica que alimentos para atletas só devem ser consumidos pela parcela da população que pratica exercícios físicos de alta intensidade com o objetivo de participação em esporte com esforço muscular intenso”, afirma Maria Cecília.
Para as pessoas que praticam atividade física com objetivo de promoção da saúde, recreação ou estética fica o alerta. “Essa parcela da população não deve consumir esse tipo de alimento, sem a orientação de um profissional competente. Uma dieta balanceada e diversificada é suficiente e recomendável para atender as necessidades nutricionais destas pessoas”, explica a diretora da Anvisa.
Além disso, a Anvisa estabeleceu parâmetros para a comercialização de alimentos para atletas na forma de pack. Isso quer dizer que, com a nova regulamentação, diferentes alimentos poderão ser associados em porções individuais e envasados em uma mesma embalagem. Entretanto, cada produto que compõe o pack deverá ser registrado individualmente na Anvisa.
Os aminoácidos de cadeia ramificada, conhecidos como BCAAs, não foram incluídos na categoria de alimentos para atletas. Apesar de não representarem risco para a saúde, esses alimentos não cumprem o efeito prometido: fornecimento de energia. As empresas terão 18 meses para se adaptar a nova regulamentação.
Rotulagem
Em relação à rotulagem destes alimentos, as empresas deverão colocar a designação do produto em tamanhos de fonte no mínimo 1/3 do tamanho da marca. Além disso, todos os alimentos enquadrados nesta categoria deverão apresentar, em destaque e negrito, a seguinte frase de advertência: “Este produto não substitui uma alimentação equilibrada e seu consumo deve ser orientado por nutricionista ou médico”.
Na rotulagem dos alimentos para atletas classificados como repositores hidroeletrolíticos poderão constar as expressões “isotônico” e “hipotônico”, desde que sejam obedecidos critérios específicos na composição do produto. Já as frases: “O consumo de creatina acima de 3g ao dia pode ser prejudicial à saúde” e “Este produto não deve ser consumido por crianças, gestantes, idosos e portadores de enfermidades” deverão constar nos suplementos de creatina.
Estudos
A regulamentação da Anvisa de alimentos para atletas ficou em Consulta Pública por 90 dias e passou por duas reuniões técnicas de discussão do tema. Além disso, o assunto foi debatido por mais de dois anos em grupo de trabalho, com participação de pesquisadores e profissionais de universidades brasileiras, Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, Conselho Federal de Nutrição e Conselho Federal de Educação Física.
Confira aqui o áudio da diretora da Anvisa, Maria Cecília Brito, sobre o tema.
Danilo Molina – Imprensa/Anvisa
Para as pessoas que praticam atividade física com objetivo de promoção da saúde, recreação ou estética fica o alerta. “Essa parcela da população não deve consumir esse tipo de alimento, sem a orientação de um profissional competente. Uma dieta balanceada e diversificada é suficiente e recomendável para atender as necessidades nutricionais destas pessoas”, explica a diretora da Anvisa.
Além disso, a Anvisa estabeleceu parâmetros para a comercialização de alimentos para atletas na forma de pack. Isso quer dizer que, com a nova regulamentação, diferentes alimentos poderão ser associados em porções individuais e envasados em uma mesma embalagem. Entretanto, cada produto que compõe o pack deverá ser registrado individualmente na Anvisa.
Os aminoácidos de cadeia ramificada, conhecidos como BCAAs, não foram incluídos na categoria de alimentos para atletas. Apesar de não representarem risco para a saúde, esses alimentos não cumprem o efeito prometido: fornecimento de energia. As empresas terão 18 meses para se adaptar a nova regulamentação.
Rotulagem
Em relação à rotulagem destes alimentos, as empresas deverão colocar a designação do produto em tamanhos de fonte no mínimo 1/3 do tamanho da marca. Além disso, todos os alimentos enquadrados nesta categoria deverão apresentar, em destaque e negrito, a seguinte frase de advertência: “Este produto não substitui uma alimentação equilibrada e seu consumo deve ser orientado por nutricionista ou médico”.
Na rotulagem dos alimentos para atletas classificados como repositores hidroeletrolíticos poderão constar as expressões “isotônico” e “hipotônico”, desde que sejam obedecidos critérios específicos na composição do produto. Já as frases: “O consumo de creatina acima de 3g ao dia pode ser prejudicial à saúde” e “Este produto não deve ser consumido por crianças, gestantes, idosos e portadores de enfermidades” deverão constar nos suplementos de creatina.
Estudos
A regulamentação da Anvisa de alimentos para atletas ficou em Consulta Pública por 90 dias e passou por duas reuniões técnicas de discussão do tema. Além disso, o assunto foi debatido por mais de dois anos em grupo de trabalho, com participação de pesquisadores e profissionais de universidades brasileiras, Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, Conselho Federal de Nutrição e Conselho Federal de Educação Física.
Confira aqui o áudio da diretora da Anvisa, Maria Cecília Brito, sobre o tema.
Danilo Molina – Imprensa/Anvisa
quarta-feira, 5 de maio de 2010
SUS AMPLIA TRATAMENTO GRATUITO DE DOENÇAS
SUS amplia tratamento gratuito de doenças
Medida inclui a incorporação de 18 medicamentos. Mais três enfermidades serão tratadas e outras 28 terão assistência ampliada na rede pública de saúde
Pela primeira vez, três novas doenças serão tratadas no Sistema Único de Saúde (SUS). As pessoas com hipertensão arterial pulmonar, artrite psoriática (dor nas articulações) e púrpura trombocitopênica (doença sanguínea) terão acesso a assistência ambulatorial na rede pública de saúde, desde os estágios iniciais até os mais avançados das enfermidades (veja quadro sobre as doenças). O tratamento dessas doenças é feito com 17 fármacos, sendo que dois nunca haviam sido oferecidos no SUS. Os outros 15 já eram ofertados, mas eram usados para o tratamento de outros problemas de saúde. As mudanças foram publicadas no Diário Oficial da União nesta semana.
Outras 28 doenças terão o tratamento ampliado no SUS (veja quadro no fim do texto), por meio de 100 novas indicações de medicamentos. Desse total, 14 são incorporações de novos medicamentos, nunca antes oferecidos pelo SUS. Os outros 86 já eram utilizados para outras doenças na rede pública de saúde.
Os medicamentos serão oferecidos para as pessoas com diagnóstico confirmado conforme as recomendações dos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas do Ministério da Saúde. Até o fim deste ano, sob coordenação do Ministério e em parceria com o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, especialistas revisarão todos os 53 protocolos já publicados e elaborarão outros 26, totalizando 79 diretrizes para garantir o tratamento seguro e eficaz da população em toda a rede do SUS.
CUIDADO INTEGRAL - O diretor do Departamento de Assistência Farmacêutica do MS, José Miguel do Nascimento Júnior, explica que, com a ampliação do tratamento medicamentoso dessas 28 enfermidades, uma lista de 79 doenças (veja quadro) que demandam cuidados especiais receberá atenção integral no SUS, com remédios tanto para as fases iniciais de tratamento quanto para as intermediárias e avançadas. “Queremos garantir à população a integralidade dos tratamentos na forma de linhas de cuidado. Em muitos casos, embora o SUS oferecesse medicamentos, havia lacunas em determinadas fases evolutivas da doença”, diz Nascimento.
Os portadores de epilepsia com crise parcial, por exemplo, contavam com três opções de tratamento, todas voltadas para a fase mais avançada da doença. Agora, eles poderão ser tratados com nove fármacos, o que permite a assistência também no início dos sintomas. Para tratar a osteoporose, o SUS ofertava os medicamentos para os estágios mais avançados da doença. Agora, os municípios deverão oferecer também o tratamento básico, disponibilizando carbonato de cálcio com a vitamina D. A osteoporose acomete, principalmente, mulheres acima de 50 anos de idade e, para a prevenção de fraturas e melhora da qualidade de vida, é fundamental a oferta desses medicamentos pelo SUS.
No caso da esquizofrenia, o SUS oferecia medicamentos para o tratamento da fase inicial da doença, por meio dos antipsicóticos típicos, mas a oferta deles também não era obrigatória por parte dos municípios. A partir de agora, para garantir a integralidade do tratamento dessa doença, os municípios deverão disponibilizá-los. Além disso, quando os pacientes apresentarem intolerância a esses medicamentos, o Ministério da Saúde manterá o financiamento da assistência com antipsicóticos atípicos (segunda linha de tratamento, quando a primeira não apresenta resultado).
A ampliação da cobertura considerou o aumento das evidências científicas sobre os medicamentos nos últimos anos e o fato de essas doenças requererem cuidados específicos em todas as fases de tratamento.
Para permitir o cuidado de todas as fases das doenças no SUS, as portarias publicadas nesta semana eliminaram o conceito de medicamentos excepcionais, relacionados aos fármacos mais caros. A definição agora é de medicamentos voltados para a atenção integral. O nome muda de Componente de Medicamentos de Dispensação Excepcional para Componente Especializado da Assistência Farmacêutica. “A preocupação do SUS não é categorizar os medicamentos pelo seu preço, mas oferecer toda a linha de cuidado para os portadores dessas doenças, tanto na assistência primária quanto nos procedimentos mais complexos”, observa Nascimento.
FINANCIAMENTO – As mudanças são possíveis graças à ampliação em R$ 326,8 milhões no financiamento dos fármacos utilizados nas fases iniciais de tratamento das doenças. Haverá o aumento de R$ 4,10 para R$ 5,10 por habitante ao ano no valor repassado pelo Ministério da Saúde aos municípios para essa aquisição. Estados e municípios, por sua vez, aumentarão de R$ 1,50 para R$ 1,86 no recurso voltado para esse mesmo fim.
Para a aquisição dos medicamentos para as fases intermediárias e avançadas das doenças – fármacos que integram o Componente Especializado da Assistência Farmacêutica –, o Ministério da Saúde realocará R$ 250 milhões ao ano, oriundos da economia de dinheiro por meio da compra centralizada. O MS aumentará esse tipo de aquisição de 13 para 38 medicamentos - que são os mais caros.
INSUMOS PARA DIABETES- Além disso, as mudanças ampliam em R$ 76 milhões o recurso anual para a compra de insumos para o tratamento de diabetes. Os estados e municípios aumentarão de R$ 0,30 para R$ 0,50 no valor para a aquisição de tiras reagentes para medida de glicemia capilar e seringas com agulha acoplada para a aplicação de insulina, entre outros insumos.
AMPLIAÇÃO DO FINANCIAMENTO
A ampliação do financiamento de medicamentos no SUS permitiu o atendimento de três novas doenças na rede pública de saúde, bem como a oferta de tratamento integral para as 79 enfermidades do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica. Ao todo, os fármacos indicados nos estágios dessas doenças e para a compra de insumos o diabetes, a ampliação do financiamento será de R$ 402,8 milhões. Além disso, o Ministério da Saúde fará melhor uso dos recursos destinados aos medicamentos para as fases intermediárias e avançadas das 79 doenças, isto é, do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica, o que permitirá a realocação de R$ 250 milhões para os novos fármacos. Entenda o que mudou:
Componente Básico de Assistência Farmacêutica (medicamentos para as fases iniciais das 79 doenças)
Mudança no financiamento:
- Aumento de R$ 4,10 para R$ 5,10 no recurso por habitante ao ano repassado pelo Ministério da Saúde aos municípios para compra de medicamentos no componente básico. Com isso, esse financiamento passa de R$ 779 milhões para R$ 969 milhões ao ano. Impacto: R$ 190 milhões por ano
- Aumento de R$ 1,50 para R$ 1,86 no recurso por habitante ao ano repassado por estados e municípios para a compra de medicamentos no componente básico. Com isso, esse financiamento passa de R$ 570 milhões para R$ 706,8 milhões ao ano. Impacto: R$ 136,8 milhões ao ano
Total: ampliação no financiamento do Componente Básico em R$ 326,8 milhões por ano. Com isso, o total investido nesses medicamentos por ano fica em R$ 1.675.800.000,00.
Além disso, houve aumento de R$ 0,30 para R$ 0,50 no recurso por habitante ao ano repassado por estados e municípios para a compra de insumos para o tratamento de portadores de diabetes. O repasse é utilizado para aquisição de tiras reagentes para medida de glicemia capilar e seringas com agulha acoplada para aplicação de insulina, entre outros insumos. Impacto: R$ 76 milhões ao ano
Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (medicamentos para os estágios avançados das doenças)
- o Ministério da Saúde realocará os recursos destinados aos medicamentos para as fases intermediárias e avançadas das 79 doenças, isto é, do Componente Especializado de Assistência Farmacêutica, o que permitirá a economia de R$ 250 milhões para os novos fármacos. O MS fará a compra centralizada de 38 medicamentos - que são os mais caros – e a aquisição pelo Preço Máximo de Venda ao Governo nas compras estaduais. Antes, a compra centralizada contemplava apenas 13 itens.
Para a aquisição dos medicamentos para as fases intermediárias e avançadas das 79 doenças – fármacos que integram o Componente Especializado da Assistência Farmacêutica –, o Ministério da Saúde realocará R$ 250 milhões ao ano, oriundos da otimização dos recursos financeiros obtidos pelo aumento da aquisição centralizada. O MS aumentará a aquisição centralizada de 13 para 38 medicamentos - que são os mais caros.
Impacto: Otimização de R$ 250 milhões ao ano
Impacto total: Ampliação de R$ 402,8 milhões e otimização de R$ 250 milhões ao ano.
SAIBA MAIS SOBRE AS NOVAS DOENÇAS COM TRATAMENTO NO SUS
A inclusão dos novos medicamentos permitirá o tratamento de três novas doenças no SUS. Saiba mais sobre elas:
A hipertensão arterial pulmonar (HAP) é uma doença rara e grave caracterizada pelo aumento progressivo da pressão nas artérias do pulmão, o que dificulta a chegada de sangue e oxigênio ao órgão. Com sintomas como falta de ar, fadiga extrema, dor no peito e desmaios, a HAP pode ocorrer em qualquer pessoa, mas é mais comum em jovens e em adultos jovens. Não há números oficiais de sua incidência no Brasil. No entanto, com base em registros da França e da Escócia, estimam-se, pelo menos, 2.240 casos de HAP com necessidade de tratamento no país. Por isso, a partir do próximo ano, o SUS vai oferecer 10 para tratar todos os estágios dessa doença. Eles são utilizados para tratar problemas como insuficiência cardíaca e pressão arterial, relacionadas à HAP.
Para o atendimento de pacientes com artrite psoriática (dor nas articulações), o SUS oferecerá 13 medicamentos, entre anti-inflamatórios, analgésicos, imunossupressores e imunobiológicos.
Por último, para o tratamento da púrpura trombocitopênica idiopática, o SUS oferecerá a imunoglobulina humana. Essa doença resulta da diminuição do número de plaquetas no sangue. Isso ocorre, muitas vezes, por conta do aparecimento de anticorpos contra essas plaquetas. Os portadores dessa enfermidade têm facilidade para apresentar hematomas, sangramento menstrual anormal ou perda grave e repentina de sangue pelo trato gastrointestinal.
DOENÇAS COM TRATAMENTO AMPLIADO
Acne
Anemia na insuficiência renal crônica
Aplasia pura adquirida crônica da série vermelha
Artrite reumatóide
Asma
Dermatopolimiosite
Dislipidemia
Doença de crohn
Doença de paget dos ossos
Doença de parkinson
Endometriose
Epilepsia
Esclerose sistêmica
Espondilite ancilosante
Esquizofrenia refratária
Hepatite autoimune
Hepatite viral cronica b
Hepatite viral crônica b
Hiperfosfatemia na irc
Hiperplasia adrenal congênita
Hipoparatireoidismo
Hipotireoidismo congênito
Insuficiência pancreátia exócrina
Osteoporose
Raquitismo e osteomalácia
Retocolite ulcerativa
Transplante renal
Uveítes posteriores não-infecciosas
DOENÇAS COM TRATAMENTO INTEGRAL
1 - Acne
2 - Acromegalia
3 - Anemia aplástica
4 - Anemia hemolítica autoimune
5 - Anemia na IRC
6 - Anemia por deficiência de ferro
7 - Angioedema hereditário
8 - Aplasia pura adquirida crônica da série vermelha
9 – Artrite Reumatóide
10 – Asma grave
11 – Deficiência GH
12 – Dematopolimiosite
13 – Diabetes insípido
14 – Dislipidemia
15 – Distonia
16 – Doença de Alzheimer
17 - Doença de Crohn
18 - Doença de Gaucher
19 - Doença de Paget dos Ossos
20 - Doença de Parkinson
21 - Doença de Reiter
22 – Doença de Wilson
23 – Doença Falciforme
24 – Doença pelo HIV resultando em outras doenças
25 – Endometriose
26 - Epilepsia refratária
27 - Esclerose Lateral Amiotrófica
28 – Esclerose múltipla
29 – Esclerose sistêmica
30 - Espasticidade Focal
31 – Espondilite ancilosante
32 - Espondilopatia inflamatória
33 – Espondilose
34 – Esquizofrenia refratária
35 – Fenilcetonúria
36 – Fibrose Cística
37 – Hemangioma
38 - Hepatite autoimune
39 - Hepatite viral C
40 - Hepatite viral crônica B
41 - Hiperfosfatemia na IRC
42 - Hiperplasia adrenal congênita
43 – Hiperprolactinemia
44 – Hipoparatireoidismo
45 - Hipotireoidismo congênito
46 – Ictiose
47 - Imunodeficiência primária
48 - Insuficiencia Pancreática Exócrina
49 - Leiomioma de útero
50 - Lupus Eritematoso Sistêmico
51 - Miastenia gravis
52 – Neutropenia
53 - Ossificação do ligamento longitudinal posterior
54 - Osteodistrofia renal
55 – Osteoporose
56 - Profilaxia da reinfecção pelo vírus da hepatite B pós-transplante hepático
57 - Psoríase grave
58 - Puberdade Precoce
59 - Raquitismo e osteomalácia
60 - Retocolite Ulcerativa
61 - Síndrome de Guillian-Barré
62 - Síndrome de Turner
63 - Síndrome dos ovários policísticos e hirsutismo
64 - Síndrome Nefrótica
65 - Sobrecarga de ferro
66 - Transplante cardíaco
67 - Transplante de coração e pulmão
68 - Transplante de córnea
69 - Transplante de osso
70 - Transplante de pele
71 - Transplante de pulmão
72 - Transplante hepático
73 - Transplante intestino, medula ou pâncreas
74 - Transplante renal
75 - Uso de opiáceos na dor crônica
76 - Uveítes posteriores não-infecciosas
77 – Artrite Psoriática
78 - Púrpura Trombocitopênica Idiopática
79 - Hipertensão Arterial Pulmonar
Medida inclui a incorporação de 18 medicamentos. Mais três enfermidades serão tratadas e outras 28 terão assistência ampliada na rede pública de saúde
Pela primeira vez, três novas doenças serão tratadas no Sistema Único de Saúde (SUS). As pessoas com hipertensão arterial pulmonar, artrite psoriática (dor nas articulações) e púrpura trombocitopênica (doença sanguínea) terão acesso a assistência ambulatorial na rede pública de saúde, desde os estágios iniciais até os mais avançados das enfermidades (veja quadro sobre as doenças). O tratamento dessas doenças é feito com 17 fármacos, sendo que dois nunca haviam sido oferecidos no SUS. Os outros 15 já eram ofertados, mas eram usados para o tratamento de outros problemas de saúde. As mudanças foram publicadas no Diário Oficial da União nesta semana.
Outras 28 doenças terão o tratamento ampliado no SUS (veja quadro no fim do texto), por meio de 100 novas indicações de medicamentos. Desse total, 14 são incorporações de novos medicamentos, nunca antes oferecidos pelo SUS. Os outros 86 já eram utilizados para outras doenças na rede pública de saúde.
Os medicamentos serão oferecidos para as pessoas com diagnóstico confirmado conforme as recomendações dos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas do Ministério da Saúde. Até o fim deste ano, sob coordenação do Ministério e em parceria com o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, especialistas revisarão todos os 53 protocolos já publicados e elaborarão outros 26, totalizando 79 diretrizes para garantir o tratamento seguro e eficaz da população em toda a rede do SUS.
CUIDADO INTEGRAL - O diretor do Departamento de Assistência Farmacêutica do MS, José Miguel do Nascimento Júnior, explica que, com a ampliação do tratamento medicamentoso dessas 28 enfermidades, uma lista de 79 doenças (veja quadro) que demandam cuidados especiais receberá atenção integral no SUS, com remédios tanto para as fases iniciais de tratamento quanto para as intermediárias e avançadas. “Queremos garantir à população a integralidade dos tratamentos na forma de linhas de cuidado. Em muitos casos, embora o SUS oferecesse medicamentos, havia lacunas em determinadas fases evolutivas da doença”, diz Nascimento.
Os portadores de epilepsia com crise parcial, por exemplo, contavam com três opções de tratamento, todas voltadas para a fase mais avançada da doença. Agora, eles poderão ser tratados com nove fármacos, o que permite a assistência também no início dos sintomas. Para tratar a osteoporose, o SUS ofertava os medicamentos para os estágios mais avançados da doença. Agora, os municípios deverão oferecer também o tratamento básico, disponibilizando carbonato de cálcio com a vitamina D. A osteoporose acomete, principalmente, mulheres acima de 50 anos de idade e, para a prevenção de fraturas e melhora da qualidade de vida, é fundamental a oferta desses medicamentos pelo SUS.
No caso da esquizofrenia, o SUS oferecia medicamentos para o tratamento da fase inicial da doença, por meio dos antipsicóticos típicos, mas a oferta deles também não era obrigatória por parte dos municípios. A partir de agora, para garantir a integralidade do tratamento dessa doença, os municípios deverão disponibilizá-los. Além disso, quando os pacientes apresentarem intolerância a esses medicamentos, o Ministério da Saúde manterá o financiamento da assistência com antipsicóticos atípicos (segunda linha de tratamento, quando a primeira não apresenta resultado).
A ampliação da cobertura considerou o aumento das evidências científicas sobre os medicamentos nos últimos anos e o fato de essas doenças requererem cuidados específicos em todas as fases de tratamento.
Para permitir o cuidado de todas as fases das doenças no SUS, as portarias publicadas nesta semana eliminaram o conceito de medicamentos excepcionais, relacionados aos fármacos mais caros. A definição agora é de medicamentos voltados para a atenção integral. O nome muda de Componente de Medicamentos de Dispensação Excepcional para Componente Especializado da Assistência Farmacêutica. “A preocupação do SUS não é categorizar os medicamentos pelo seu preço, mas oferecer toda a linha de cuidado para os portadores dessas doenças, tanto na assistência primária quanto nos procedimentos mais complexos”, observa Nascimento.
FINANCIAMENTO – As mudanças são possíveis graças à ampliação em R$ 326,8 milhões no financiamento dos fármacos utilizados nas fases iniciais de tratamento das doenças. Haverá o aumento de R$ 4,10 para R$ 5,10 por habitante ao ano no valor repassado pelo Ministério da Saúde aos municípios para essa aquisição. Estados e municípios, por sua vez, aumentarão de R$ 1,50 para R$ 1,86 no recurso voltado para esse mesmo fim.
Para a aquisição dos medicamentos para as fases intermediárias e avançadas das doenças – fármacos que integram o Componente Especializado da Assistência Farmacêutica –, o Ministério da Saúde realocará R$ 250 milhões ao ano, oriundos da economia de dinheiro por meio da compra centralizada. O MS aumentará esse tipo de aquisição de 13 para 38 medicamentos - que são os mais caros.
INSUMOS PARA DIABETES- Além disso, as mudanças ampliam em R$ 76 milhões o recurso anual para a compra de insumos para o tratamento de diabetes. Os estados e municípios aumentarão de R$ 0,30 para R$ 0,50 no valor para a aquisição de tiras reagentes para medida de glicemia capilar e seringas com agulha acoplada para a aplicação de insulina, entre outros insumos.
AMPLIAÇÃO DO FINANCIAMENTO
A ampliação do financiamento de medicamentos no SUS permitiu o atendimento de três novas doenças na rede pública de saúde, bem como a oferta de tratamento integral para as 79 enfermidades do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica. Ao todo, os fármacos indicados nos estágios dessas doenças e para a compra de insumos o diabetes, a ampliação do financiamento será de R$ 402,8 milhões. Além disso, o Ministério da Saúde fará melhor uso dos recursos destinados aos medicamentos para as fases intermediárias e avançadas das 79 doenças, isto é, do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica, o que permitirá a realocação de R$ 250 milhões para os novos fármacos. Entenda o que mudou:
Componente Básico de Assistência Farmacêutica (medicamentos para as fases iniciais das 79 doenças)
Mudança no financiamento:
- Aumento de R$ 4,10 para R$ 5,10 no recurso por habitante ao ano repassado pelo Ministério da Saúde aos municípios para compra de medicamentos no componente básico. Com isso, esse financiamento passa de R$ 779 milhões para R$ 969 milhões ao ano. Impacto: R$ 190 milhões por ano
- Aumento de R$ 1,50 para R$ 1,86 no recurso por habitante ao ano repassado por estados e municípios para a compra de medicamentos no componente básico. Com isso, esse financiamento passa de R$ 570 milhões para R$ 706,8 milhões ao ano. Impacto: R$ 136,8 milhões ao ano
Total: ampliação no financiamento do Componente Básico em R$ 326,8 milhões por ano. Com isso, o total investido nesses medicamentos por ano fica em R$ 1.675.800.000,00.
Além disso, houve aumento de R$ 0,30 para R$ 0,50 no recurso por habitante ao ano repassado por estados e municípios para a compra de insumos para o tratamento de portadores de diabetes. O repasse é utilizado para aquisição de tiras reagentes para medida de glicemia capilar e seringas com agulha acoplada para aplicação de insulina, entre outros insumos. Impacto: R$ 76 milhões ao ano
Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (medicamentos para os estágios avançados das doenças)
- o Ministério da Saúde realocará os recursos destinados aos medicamentos para as fases intermediárias e avançadas das 79 doenças, isto é, do Componente Especializado de Assistência Farmacêutica, o que permitirá a economia de R$ 250 milhões para os novos fármacos. O MS fará a compra centralizada de 38 medicamentos - que são os mais caros – e a aquisição pelo Preço Máximo de Venda ao Governo nas compras estaduais. Antes, a compra centralizada contemplava apenas 13 itens.
Para a aquisição dos medicamentos para as fases intermediárias e avançadas das 79 doenças – fármacos que integram o Componente Especializado da Assistência Farmacêutica –, o Ministério da Saúde realocará R$ 250 milhões ao ano, oriundos da otimização dos recursos financeiros obtidos pelo aumento da aquisição centralizada. O MS aumentará a aquisição centralizada de 13 para 38 medicamentos - que são os mais caros.
Impacto: Otimização de R$ 250 milhões ao ano
Impacto total: Ampliação de R$ 402,8 milhões e otimização de R$ 250 milhões ao ano.
SAIBA MAIS SOBRE AS NOVAS DOENÇAS COM TRATAMENTO NO SUS
A inclusão dos novos medicamentos permitirá o tratamento de três novas doenças no SUS. Saiba mais sobre elas:
A hipertensão arterial pulmonar (HAP) é uma doença rara e grave caracterizada pelo aumento progressivo da pressão nas artérias do pulmão, o que dificulta a chegada de sangue e oxigênio ao órgão. Com sintomas como falta de ar, fadiga extrema, dor no peito e desmaios, a HAP pode ocorrer em qualquer pessoa, mas é mais comum em jovens e em adultos jovens. Não há números oficiais de sua incidência no Brasil. No entanto, com base em registros da França e da Escócia, estimam-se, pelo menos, 2.240 casos de HAP com necessidade de tratamento no país. Por isso, a partir do próximo ano, o SUS vai oferecer 10 para tratar todos os estágios dessa doença. Eles são utilizados para tratar problemas como insuficiência cardíaca e pressão arterial, relacionadas à HAP.
Para o atendimento de pacientes com artrite psoriática (dor nas articulações), o SUS oferecerá 13 medicamentos, entre anti-inflamatórios, analgésicos, imunossupressores e imunobiológicos.
Por último, para o tratamento da púrpura trombocitopênica idiopática, o SUS oferecerá a imunoglobulina humana. Essa doença resulta da diminuição do número de plaquetas no sangue. Isso ocorre, muitas vezes, por conta do aparecimento de anticorpos contra essas plaquetas. Os portadores dessa enfermidade têm facilidade para apresentar hematomas, sangramento menstrual anormal ou perda grave e repentina de sangue pelo trato gastrointestinal.
DOENÇAS COM TRATAMENTO AMPLIADO
Acne
Anemia na insuficiência renal crônica
Aplasia pura adquirida crônica da série vermelha
Artrite reumatóide
Asma
Dermatopolimiosite
Dislipidemia
Doença de crohn
Doença de paget dos ossos
Doença de parkinson
Endometriose
Epilepsia
Esclerose sistêmica
Espondilite ancilosante
Esquizofrenia refratária
Hepatite autoimune
Hepatite viral cronica b
Hepatite viral crônica b
Hiperfosfatemia na irc
Hiperplasia adrenal congênita
Hipoparatireoidismo
Hipotireoidismo congênito
Insuficiência pancreátia exócrina
Osteoporose
Raquitismo e osteomalácia
Retocolite ulcerativa
Transplante renal
Uveítes posteriores não-infecciosas
DOENÇAS COM TRATAMENTO INTEGRAL
1 - Acne
2 - Acromegalia
3 - Anemia aplástica
4 - Anemia hemolítica autoimune
5 - Anemia na IRC
6 - Anemia por deficiência de ferro
7 - Angioedema hereditário
8 - Aplasia pura adquirida crônica da série vermelha
9 – Artrite Reumatóide
10 – Asma grave
11 – Deficiência GH
12 – Dematopolimiosite
13 – Diabetes insípido
14 – Dislipidemia
15 – Distonia
16 – Doença de Alzheimer
17 - Doença de Crohn
18 - Doença de Gaucher
19 - Doença de Paget dos Ossos
20 - Doença de Parkinson
21 - Doença de Reiter
22 – Doença de Wilson
23 – Doença Falciforme
24 – Doença pelo HIV resultando em outras doenças
25 – Endometriose
26 - Epilepsia refratária
27 - Esclerose Lateral Amiotrófica
28 – Esclerose múltipla
29 – Esclerose sistêmica
30 - Espasticidade Focal
31 – Espondilite ancilosante
32 - Espondilopatia inflamatória
33 – Espondilose
34 – Esquizofrenia refratária
35 – Fenilcetonúria
36 – Fibrose Cística
37 – Hemangioma
38 - Hepatite autoimune
39 - Hepatite viral C
40 - Hepatite viral crônica B
41 - Hiperfosfatemia na IRC
42 - Hiperplasia adrenal congênita
43 – Hiperprolactinemia
44 – Hipoparatireoidismo
45 - Hipotireoidismo congênito
46 – Ictiose
47 - Imunodeficiência primária
48 - Insuficiencia Pancreática Exócrina
49 - Leiomioma de útero
50 - Lupus Eritematoso Sistêmico
51 - Miastenia gravis
52 – Neutropenia
53 - Ossificação do ligamento longitudinal posterior
54 - Osteodistrofia renal
55 – Osteoporose
56 - Profilaxia da reinfecção pelo vírus da hepatite B pós-transplante hepático
57 - Psoríase grave
58 - Puberdade Precoce
59 - Raquitismo e osteomalácia
60 - Retocolite Ulcerativa
61 - Síndrome de Guillian-Barré
62 - Síndrome de Turner
63 - Síndrome dos ovários policísticos e hirsutismo
64 - Síndrome Nefrótica
65 - Sobrecarga de ferro
66 - Transplante cardíaco
67 - Transplante de coração e pulmão
68 - Transplante de córnea
69 - Transplante de osso
70 - Transplante de pele
71 - Transplante de pulmão
72 - Transplante hepático
73 - Transplante intestino, medula ou pâncreas
74 - Transplante renal
75 - Uso de opiáceos na dor crônica
76 - Uveítes posteriores não-infecciosas
77 – Artrite Psoriática
78 - Púrpura Trombocitopênica Idiopática
79 - Hipertensão Arterial Pulmonar
quarta-feira, 28 de abril de 2010
DÁ PRA ESCOLHER? ATIVIDADE FÍSICA OU POLIFARMÁCIA
Sedentarismo, obesidade, hipertensão, doenças cardiovasculares, ... Parece que tudo corre para a mesma direção. Rumo à morte precoce, incapacitação, polifarmácia... Onde fica a tão propagada qualidade de vida, longevidade, saúde e bem estar?
Alguma esperança existe em tentar inverter o rumo da história.
Atividade física, exercício físico podem ser os remédios milagrosos?
Assista o vídeo e depois decida por você mesmo.
Alguma esperança existe em tentar inverter o rumo da história.
Atividade física, exercício físico podem ser os remédios milagrosos?
Assista o vídeo e depois decida por você mesmo.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
VAMOS PARAR DE MATAR A CRIATIVIDADE!!!
MATAR O CRIAR
Dito assim parece uma contradição, mas se é possível matar tudo e todos. Matar o criar não é tão complicado. Quando se cria algo está se sendo criativo. A criação segundo o wikipedia em inglês se refere a: religião e filosofia, cêincia e tecnologia, televisão, filmes, músicas e artes, livros e revistas. O CRIAR ou a criatividade tem uma abrangência incrível, não?
Criativiade, segundo o wikipedia em inglês, é um processo mental envolvendo a descoberta de novas idéias ou conceitos, ou novas associações de idéias ou conceitos exisitentes, preenchidos pelo processo de insight consciente ou inconsciente. Entenda-se , no caso, como insight o atou ou o resultado de captação da natureza interna das coisas ou de ver intuitivamente.
Do ponto de vista científico, os produtos do pensamento criativo, algumas vezes referido como pensamento divergente são geralmente consireados terem tanto originalidade quanto apropriação.
Matar a criatividade é um crime. Quem mata a criatividade? Quem tem a criatividade "matada"? Todos que tem a habilidade de criar podem ter a criatividade ceifada, limitada, cerceada. A criatividade necessita de liberdade, de espaços abertos. A criatividade tem que ser incentivada para que ela se expresse na tentativa de um mundo melhor. Crinças são criativas.
Creio que todos nascemos criativos para um mundo que tem espaço para nossa criatividade. Quando chega a hora da escola esta criatividade vai pro ralo!!! É triste, no momento que a critividade pode ser explorada ela é exterminada para que as escolas possam preencher nossas cabeças com conteúdo programado e controlado.
Vale a pena conhecer Ken Robinson. Ele fala sobre Matar a criatividade! Veja como você se sente?
Dito assim parece uma contradição, mas se é possível matar tudo e todos. Matar o criar não é tão complicado. Quando se cria algo está se sendo criativo. A criação segundo o wikipedia em inglês se refere a: religião e filosofia, cêincia e tecnologia, televisão, filmes, músicas e artes, livros e revistas. O CRIAR ou a criatividade tem uma abrangência incrível, não?
Criativiade, segundo o wikipedia em inglês, é um processo mental envolvendo a descoberta de novas idéias ou conceitos, ou novas associações de idéias ou conceitos exisitentes, preenchidos pelo processo de insight consciente ou inconsciente. Entenda-se , no caso, como insight o atou ou o resultado de captação da natureza interna das coisas ou de ver intuitivamente.
Do ponto de vista científico, os produtos do pensamento criativo, algumas vezes referido como pensamento divergente são geralmente consireados terem tanto originalidade quanto apropriação.
Matar a criatividade é um crime. Quem mata a criatividade? Quem tem a criatividade "matada"? Todos que tem a habilidade de criar podem ter a criatividade ceifada, limitada, cerceada. A criatividade necessita de liberdade, de espaços abertos. A criatividade tem que ser incentivada para que ela se expresse na tentativa de um mundo melhor. Crinças são criativas.
Creio que todos nascemos criativos para um mundo que tem espaço para nossa criatividade. Quando chega a hora da escola esta criatividade vai pro ralo!!! É triste, no momento que a critividade pode ser explorada ela é exterminada para que as escolas possam preencher nossas cabeças com conteúdo programado e controlado.
Vale a pena conhecer Ken Robinson. Ele fala sobre Matar a criatividade! Veja como você se sente?
De um clic.
Se não gostou sinto muito não ocupamos o mesmo espaço!
Para os que gostaram logo vem a outra parte ou senão procure no youtube por Ken Robinson
parte 2.
LISTA DE MEDICAMENTOS DA FARMÁCIA POPULAR
FARMÁCIA POPULAR
A lista de medicamentos do Programa de Farmácia Popular em unidades próprias é composta de 107 ítens.
Tem um conjunto de medicamentos a custo bastante reduzido.
Dê uma olhada nela. De repente alguém que você conhece pode precisar de um ou outro medicamento desta lista.
Os preços estão disponíveis em http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/tabela_farmaciapopular_abril08.pdf ou em outro endereço que também a lista das drogarias conveniadas que vendem medicamentos para hipertensão, diabetes e os anticoncepcionais.
http://www.bancodesaude.com.br/materias/farmacia-popular-vende-remedios-com-90-desconto/lista-medicamentos
MEDICAMENTO
Acetato de medroxiprogesterona150 mg/ml
Aciclovir200mg/comp.
Ácido Acetilsalicílico500mg/comp.
Ácido Acetilsalicílico100mg/comp.
Ácido Fólico5mg/comp.
Albendazol400mg/comp.
Alopurinol100mg/comp.
Amiodarona200mg/comp.
Amitriptilina(Cloridrato)25mg/comp.
Amoxicilina500mg/cáps.
Amoxicilina250mg/5ml/pó
Amoxicilina250mg/5ml/pó
Atenolol25mg/comp.
Azatioprina50mg/comp.
Azitromicina500mg/comp.
Benzilpenicilina Benzatina1.200.000ui/pó
Benzilpenicilina Procaína+Potássica300.000+100.000 ui/pó/sus. inj
Benzoato de Benzila200mg/ml/emulsão
Benzoato de Benzila200mg/ml/emulsão
Biperideno2mg/comp.
Brometo de n-butilescopolamina10 mg/frasco
Captopril25mg/comp. sulcado
Carbamazepina200mg/comp.
Carbidopa + Levodopa25mg + 250mg/comp.
Cefalexina(Cloridrato ou Sal Sódico)500mg/cáps.
Cefalexina(Cloridrato ou Sal Sódico)250mg/5ml/susp. oral
Cefalexina(Cloridrato ou Sal Sódico)250mg/5ml/susp. oral
Cetoconazol200mg/comp.
Ciprofloxacino500mg/comp.
Cloreto de Potássio60mg/ml/xpe.
Cloreto de Sódio 0,9%9mg/ml/sol. nasal
Clorpromazina25mg/comp.
Clorpromazina100mg/comp.
DexametazonaCrem.0,1%
Dexclorfeniramina(Maleato)2mg/comp.
Dexclorfeniramina(Maleato)0,4mg/sol. Oral
Diazepam5mg/comp.sulcado
Diazepam10mg/comp.sulcado
Digoxina0,25mg/comp.
Dipirona500mg/ml gts
Doxiciclina100mg/comp.
Enalapril10mg/comp.
Enalapril20mg/comp.
Enantato de Noretisterona+Valerato de Estradiol50mg+5mg/injetável
Eritromicina(Estearato ou Etilsuccinato)125mg/5ml/susp. oral
Eritromicina(Estearato ou Etilsuccinato)500mg/comp./cáps.
Etinilestradiol+Levonorgestrel0,03mg+0,15mg/comp
Fenitoína100mg/comp.
Fenobarbital100mg/comp.
Fluconazol100mg/rev.
Fluconazol150mg/rev.
Furosemida40mg/comp.
Glibenclamida5mg/comp.
Haloperidol1mg/comp.
Haloperidol5mg/comp.
Haloperidol2mg/ml/sol. oral
Hidroclorotiazida25mg/comp.
Ibuprofeno300mg/comp.
Levonorgestrel0,75mg/comp.
Mebendazol100mg/comp.
Mebendazol100mg/5ml/sup. Oral
Metformina500mg/comp.
Metformina850mg/comp.
Metildopa250mg/comp.rev.
Metildopa500mg/comp.rev.
Metoclopramida (Cloridrato)10mg/comp.
Metoclopramida (Cloridrato)4mg/ml/sol.oral
Metronidazol250mg/comp.
Metronidazol5% creme vaginal
Metronidazol (Benzoato)200mg/5ml/susp. oral
Miconazol (Nitrato)2%/locão
Miconazol (Nitrato)2%/pó
Monitrato de Isossorbida20mg/comp.
Neomicina (Sulfato) + Bacitracina (Zíncica)5mg + 250ui/g/pom.
Neomicina (Sulfato) + Bacitracina (Zíncica)5mg + 250ui/g/pom.
Nifedipina20mg/comp.lib.cont.
Nistatina25.000 UI/crem. Vaginal
Nistatina25.000 UI/crem. Vaginal
Nistatina100.000 UI/ml/ susp. Oral
Noretisterona0,35mg/comp.
Omeprazol20mg/cáps.
Paracetamol500mg/comp.
Paracetamol200mg/ml/sol. Oral gts
Paracetamol200mg/ml/sol. oral gts.
Paracetamol100mg/ml/sol. oral gts.
Paracetamol100mg/ml/sol. oral gts.
Prednisona20mg/comp.
Prednisona5mg/comp.
Prometazina (Cloridrato)25mg/comp.
Propranolol (Cloridrato)40mg/comp.
Ranitidina150mg/comp.
Sais p/ Reidratação Oralpó p/sol. Oral
Salbutamol (Sulfato)2mg/comp. Sulcado
Salbutamol (Sulfato)2mg/5ml/xpe.
Salbutamol (Sulfato)2mg/5ml/xpe.
Sinvastatina20mg/comp.
Sulfametoxazol + Trimetoprima400mg + 80mg/comp.
Sulfametoxazol + Trimetoprima200mg + 40mg/5ml/
Sulfametoxazol + Trimetoprima200mg + 40mg/5ml/
Sulfametoxazol + Trimetoprima200mg + 40mg/5ml/l
Sulfasalazina500mg/comp.
Sulfato Ferroso40mg Fe(II)/comp. rev.
Sulfato Ferroso25mg/ml Fe(II)/sol. Oral
Tiabendazol5%/pom.
Valproato de Sódio50mg/ml/xpe.
Verapamila(Cloridrato)80mg/comp.
Preservativo Masculino03 Unidades
A lista de medicamentos do Programa de Farmácia Popular em unidades próprias é composta de 107 ítens.
Tem um conjunto de medicamentos a custo bastante reduzido.
Dê uma olhada nela. De repente alguém que você conhece pode precisar de um ou outro medicamento desta lista.
Os preços estão disponíveis em http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/tabela_farmaciapopular_abril08.pdf ou em outro endereço que também a lista das drogarias conveniadas que vendem medicamentos para hipertensão, diabetes e os anticoncepcionais.
http://www.bancodesaude.com.br/materias/farmacia-popular-vende-remedios-com-90-desconto/lista-medicamentos
MEDICAMENTO
Acetato de medroxiprogesterona150 mg/ml
Aciclovir200mg/comp.
Ácido Acetilsalicílico500mg/comp.
Ácido Acetilsalicílico100mg/comp.
Ácido Fólico5mg/comp.
Albendazol400mg/comp.
Alopurinol100mg/comp.
Amiodarona200mg/comp.
Amitriptilina(Cloridrato)25mg/comp.
Amoxicilina500mg/cáps.
Amoxicilina250mg/5ml/pó
Amoxicilina250mg/5ml/pó
Atenolol25mg/comp.
Azatioprina50mg/comp.
Azitromicina500mg/comp.
Benzilpenicilina Benzatina1.200.000ui/pó
Benzilpenicilina Procaína+Potássica300.000+100.000 ui/pó/sus. inj
Benzoato de Benzila200mg/ml/emulsão
Benzoato de Benzila200mg/ml/emulsão
Biperideno2mg/comp.
Brometo de n-butilescopolamina10 mg/frasco
Captopril25mg/comp. sulcado
Carbamazepina200mg/comp.
Carbidopa + Levodopa25mg + 250mg/comp.
Cefalexina(Cloridrato ou Sal Sódico)500mg/cáps.
Cefalexina(Cloridrato ou Sal Sódico)250mg/5ml/susp. oral
Cefalexina(Cloridrato ou Sal Sódico)250mg/5ml/susp. oral
Cetoconazol200mg/comp.
Ciprofloxacino500mg/comp.
Cloreto de Potássio60mg/ml/xpe.
Cloreto de Sódio 0,9%9mg/ml/sol. nasal
Clorpromazina25mg/comp.
Clorpromazina100mg/comp.
DexametazonaCrem.0,1%
Dexclorfeniramina(Maleato)2mg/comp.
Dexclorfeniramina(Maleato)0,4mg/sol. Oral
Diazepam5mg/comp.sulcado
Diazepam10mg/comp.sulcado
Digoxina0,25mg/comp.
Dipirona500mg/ml gts
Doxiciclina100mg/comp.
Enalapril10mg/comp.
Enalapril20mg/comp.
Enantato de Noretisterona+Valerato de Estradiol50mg+5mg/injetável
Eritromicina(Estearato ou Etilsuccinato)125mg/5ml/susp. oral
Eritromicina(Estearato ou Etilsuccinato)500mg/comp./cáps.
Etinilestradiol+Levonorgestrel0,03mg+0,15mg/comp
Fenitoína100mg/comp.
Fenobarbital100mg/comp.
Fluconazol100mg/rev.
Fluconazol150mg/rev.
Furosemida40mg/comp.
Glibenclamida5mg/comp.
Haloperidol1mg/comp.
Haloperidol5mg/comp.
Haloperidol2mg/ml/sol. oral
Hidroclorotiazida25mg/comp.
Ibuprofeno300mg/comp.
Levonorgestrel0,75mg/comp.
Mebendazol100mg/comp.
Mebendazol100mg/5ml/sup. Oral
Metformina500mg/comp.
Metformina850mg/comp.
Metildopa250mg/comp.rev.
Metildopa500mg/comp.rev.
Metoclopramida (Cloridrato)10mg/comp.
Metoclopramida (Cloridrato)4mg/ml/sol.oral
Metronidazol250mg/comp.
Metronidazol5% creme vaginal
Metronidazol (Benzoato)200mg/5ml/susp. oral
Miconazol (Nitrato)2%/locão
Miconazol (Nitrato)2%/pó
Monitrato de Isossorbida20mg/comp.
Neomicina (Sulfato) + Bacitracina (Zíncica)5mg + 250ui/g/pom.
Neomicina (Sulfato) + Bacitracina (Zíncica)5mg + 250ui/g/pom.
Nifedipina20mg/comp.lib.cont.
Nistatina25.000 UI/crem. Vaginal
Nistatina25.000 UI/crem. Vaginal
Nistatina100.000 UI/ml/ susp. Oral
Noretisterona0,35mg/comp.
Omeprazol20mg/cáps.
Paracetamol500mg/comp.
Paracetamol200mg/ml/sol. Oral gts
Paracetamol200mg/ml/sol. oral gts.
Paracetamol100mg/ml/sol. oral gts.
Paracetamol100mg/ml/sol. oral gts.
Prednisona20mg/comp.
Prednisona5mg/comp.
Prometazina (Cloridrato)25mg/comp.
Propranolol (Cloridrato)40mg/comp.
Ranitidina150mg/comp.
Sais p/ Reidratação Oralpó p/sol. Oral
Salbutamol (Sulfato)2mg/comp. Sulcado
Salbutamol (Sulfato)2mg/5ml/xpe.
Salbutamol (Sulfato)2mg/5ml/xpe.
Sinvastatina20mg/comp.
Sulfametoxazol + Trimetoprima400mg + 80mg/comp.
Sulfametoxazol + Trimetoprima200mg + 40mg/5ml/
Sulfametoxazol + Trimetoprima200mg + 40mg/5ml/
Sulfametoxazol + Trimetoprima200mg + 40mg/5ml/l
Sulfasalazina500mg/comp.
Sulfato Ferroso40mg Fe(II)/comp. rev.
Sulfato Ferroso25mg/ml Fe(II)/sol. Oral
Tiabendazol5%/pom.
Valproato de Sódio50mg/ml/xpe.
Verapamila(Cloridrato)80mg/comp.
Preservativo Masculino03 Unidades
FORMULARIO TERAPÊUTICO NACIONAL
A Politica Nacional de Medicamentos (PNM) e a Politica Nacional de Assistência Farmacêutica (PNAF) estabeleceram as estratégias para possibilitar o uso racional e medicamentos e o acesso a medicamentos a todos os cidadãos brasileiros. 

Formulário Terapêutico Nacional (FTN) é um formulário de medicamentos com a chancela do Ministério da Saude.
Praticamente todos os países que possuem um sistema organizado de uso de medicamentos possui um Formulário Terapêutico Nacional.
A versão pdf do FTN estáno endereço: http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/FTN.pdf
Alguns Formulários Terapêuticos são reconhecidos mundialmente e podem ser facilmente acessados. Um deles é o British National Fomulary (BNF). Também você tem acesso ao material do Food and Drug Administration (http://www.fda.org/) ou monografias e informações sobre medicamentos aos pacientes estão disponíveis no site do http://www.drugs.com/ . Não há falta de informações. Um dos problemas é saber selecionar material de qualidade e outro é conhecer a língua inglesa o suficiente para utilizar fontes insetimáveis de informações.
Formulário Terapêutico Nacional
O Formulário Terapêutico Nacional 2008 (FTN) é uma publicação que dará subsídios aos profissionais de saúde no momento de recomendar aos pacientes o uso dos medicamentos essenciais (medicamentos mais comuns para as doenças da população). O livro apresenta informações embasadas em evidências cientificas.A publicação contém informações sucintas e objetivas, entre elas: indicação, contra-indicação, precauções, efeitos adversos, interações medicamentosas, armazenamento e orientações específicas direcionadas aos profissionais de saúde. Ele tem estrutura e formato impressos que favorecem uma consulta rápida e objetiva. Além disso, o livro vem com um CD multimídia com sistema de busca que facilita a pesquisa das informações sobre os fármacos.Os medicamentos que fazem parte do FTN são os mesmos da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename). O FTN é elaborado por uma Subcomissão da Comissão Técnica e Multidisciplinar de Atualização da Rename (Comare), constituída por membros de instituições brasileiras, com renomada experiência profissional e acadêmica. A Comare realiza periodicamente a revisão e atualização da Rename, com base em evidências científicas e nas necessidades de assistência à saúde da maioria da população.Na primeira edição, foram distribuídos 50 mil exemplares do formulário em formato bolso pelo Brasil. O material foi entregue às 28.800 equipes do Programa Saúde da Família, além de gestores (estaduais e municipais), profissionais de saúde, conselhos de classe, farmácias populares, dentre outros.
Praticamente todos os países que possuem um sistema organizado de uso de medicamentos possui um Formulário Terapêutico Nacional.
A versão pdf do FTN estáno endereço: http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/FTN.pdf
Alguns Formulários Terapêuticos são reconhecidos mundialmente e podem ser facilmente acessados. Um deles é o British National Fomulary (BNF). Também você tem acesso ao material do Food and Drug Administration (http://www.fda.org/) ou monografias e informações sobre medicamentos aos pacientes estão disponíveis no site do http://www.drugs.com/ . Não há falta de informações. Um dos problemas é saber selecionar material de qualidade e outro é conhecer a língua inglesa o suficiente para utilizar fontes insetimáveis de informações.
Formulário Terapêutico Nacional
O Formulário Terapêutico Nacional 2008 (FTN) é uma publicação que dará subsídios aos profissionais de saúde no momento de recomendar aos pacientes o uso dos medicamentos essenciais (medicamentos mais comuns para as doenças da população). O livro apresenta informações embasadas em evidências cientificas.A publicação contém informações sucintas e objetivas, entre elas: indicação, contra-indicação, precauções, efeitos adversos, interações medicamentosas, armazenamento e orientações específicas direcionadas aos profissionais de saúde. Ele tem estrutura e formato impressos que favorecem uma consulta rápida e objetiva. Além disso, o livro vem com um CD multimídia com sistema de busca que facilita a pesquisa das informações sobre os fármacos.Os medicamentos que fazem parte do FTN são os mesmos da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename). O FTN é elaborado por uma Subcomissão da Comissão Técnica e Multidisciplinar de Atualização da Rename (Comare), constituída por membros de instituições brasileiras, com renomada experiência profissional e acadêmica. A Comare realiza periodicamente a revisão e atualização da Rename, com base em evidências científicas e nas necessidades de assistência à saúde da maioria da população.Na primeira edição, foram distribuídos 50 mil exemplares do formulário em formato bolso pelo Brasil. O material foi entregue às 28.800 equipes do Programa Saúde da Família, além de gestores (estaduais e municipais), profissionais de saúde, conselhos de classe, farmácias populares, dentre outros.
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